
05/05/2010 09:29:15 |
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Indispensáveis no atendimento médico, seja de urgência ou não, enfermeiros são profissionais que se encarregam de promover a vida, seja na assistência direta ou indireta, à pessoa e à sociedade, num exercício de reconhecida solidariedade.
Há, porém, um grande déficit de enfermeiros graduados no Brasil. De acordo com a OMS, deveria haver 2 enfermeiros disponíveis para cada médico. Porém, a realidade está bem distante desse patamar, com cerca de 500 mil médicos e apenas 200 mil enfermeiros no País.
Para se profissionalizar, o estudante passa 4 anos durante a manhã e a tarde na faculdade, revezando teoria e prática. No último ano, os alunos passam pelo internato de enfermagem, onde exercitam a profissão, supervisionado por um professor e acompanhado de um enfermeiro.
O papel de enfermeiro se valorizou ao longo dos anos. Hoje, há um grande campo de trabalho. De acordo com a enfermeira, professora e doutora em comunicação em enfermagem pela USP e Universidade de Michigan, Lígia Fahl Fonseca, a atuação do enfermeiro se estende em 7 áreas. São elas: gestão empresarial, clínica e ambulatório, hospitalar, saúde coletiva, áreas em expansão e educação.
Entre as mais recentes conquistas da área, está a implantação de currículos integrados nas universidades e um projeto, prestes a ser votado em plenário, que regulamenta a jornada de trabalho do profissional em 30 horas semanais. O salário de um enfermeiro gira em torno de R$4,7 mil, 70% desse valor é a média para técnicos e 50% para auxiliares de enfermagem.
* Base da matéria: Jornal de Londrina 05/04/10
05/05/10